Homem é morto a tiros após negar água e energia a vizinho em Araguaína

Homem é morto a tiros após negar água e energia a vizinho em Araguaína

Vítima de 45 anos foi atingida por três disparos após discussão; suspeito foi preso com revólver calibre .38

Admin
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27 de abril de 2026 ·

Um homem de 45 anos foi morto a tiros em Araguaína, no norte do Tocantins, após se negar a fornecer água e energia elétrica para um vizinho que pretendia iniciar uma obra. O crime ocorreu no sábado (25), no setor Presidente Lula.

O suspeito, de 27 anos, foi preso pela Polícia Militar pouco depois do homicídio. Segundo a PM, ele teria um lote ao lado da casa da vítima e queria dar início a uma construção residencial.

Discussão e disparos

De acordo com o relatório policial, o suspeito solicitou que a vítima cedesse água e energia até que conseguisse as ligações formais junto às companhias. Com a negativa, os dois começaram a discutir. O autor do crime deixou o local em uma moto, mas retornou armado e efetuou três disparos.

Os tiros atingiram Cleson Chaves Rabelo no rosto, no tórax e no braço esquerdo. A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital Regional de Araguaína, mas não resistiu aos ferimentos.

Prisão e apreensões

O suspeito foi localizado na Avenida Via Norte, no setor Maracanã, e se rendeu. Com ele, os militares encontraram um revólver calibre .38, utilizado no crime. Além disso, quatro munições intactas foram apreendidas.

No local do homicídio, outra equipe abordou a companheira do suspeito, de 24 anos, quando ela tentava retirar a moto do autor. Segundo a PM, o veículo tinha registro de furto. A mulher foi ouvida e liberada.

Flagrante e investigação

Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o suspeito foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil. Ele está preso na Unidade Penal Regional de Araguaína, onde aguarda manifestação do Poder Judiciário.

O caso será investigado pela 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Araguaína. A Polícia Civil divulgou apenas as iniciais do investigado: R.C.S. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele.

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