Irã lança mísseis contra Israel e alvos dos EUA no Golfo; mais de 80 mortos em ataque a escola

Irã lança mísseis contra Israel e alvos dos EUA no Golfo; mais de 80 mortos em ataque a escola

Ataques de retaliação atingem Tel Aviv e Emirados Árabes, enquanto ofensiva anterior deixou centenas de vítimas no Irã.

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28 de fevereiro de 2026 ·

O Irã lançou uma série de ataques com mísseis contra Israel e bases mantidas pelos Estados Unidos em países do Golfo, como Catar e Emirados Árabes Unidos. Os disparos causaram estragos em Tel Aviv, conforme confirmado por autoridades israelenses. Simultaneamente, um ataque anterior a uma escola de meninas no Irã resultou em mais de 80 mortos, de acordo com a mídia estatal iraniana.

Os bombardeios são uma resposta direta a ataques de Israel e dos EUA que, segundo a mídia iraniana, deixaram 201 mortos e quase 750 feridos em território iraniano. A escalada ocorre sob o governo do aiatolá Ali Khamenei, que comanda o país com mão de ferro há décadas.

Alvos atingidos na retaliação iraniana

Além de Tel Aviv, a retaliação iraniana atingiu um hotel de luxo e o aeroporto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Um mapa interativo mostra as cidades iranianas atacadas anteriormente e os alvos da retaliação no Golfo e em Israel. Imagens de um vídeo mostram um drone militar atingindo um prédio residencial no Bahrein e explodindo.

As ações militares marcam uma intensificação perigosa do conflito na região, com o Irã demonstrando capacidade de atingir alvos estratégicos a longas distâncias com seus novos mísseis.

Contexto histórico e próximos passos

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, é uma figura central na política externa agressiva do país. Seu governo teocrático tem sido marcado por confrontos contínuos com o Ocidente e seus aliados na região, incluindo Israel e os Estados Unidos.

Autoridades internacionais monitoram a situação com preocupação, temendo uma escalada ainda maior. Fontes oficiais aguardam declarações formais dos governos envolvidos e de organismos como a ONU para avaliar os danos totais e as consequências geopolíticas dos ataques recentes.

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