Suspeitos de ataque a distribuidora em Palmas são presos pela polícia
Criminosos queriam vender drogas no local e atiraram contra seguranças; cliente ficou ferido.
Dois homens foram presos nesta quarta-feira (27) suspeitos de realizar o ataque a uma distribuidora de bebidas em Palmas que terminou com um homem ferido no peito. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu porque um grupo criminoso queria vender drogas no local, mas estava sendo impedido pelos seguranças do estabelecimento.
O crime aconteceu no dia 9 de janeiro. A distribuidora de bebidas, segundo a polícia, costuma realizar eventos com música ao vivo atraindo muitas pessoas.
Motivação do ataque
Conforme a investigação, um grupo criminoso tentou estabelecer um ponto de venda de drogas no estabelecimento comercial para aproveitar essa movimentação. "Os seguranças dessa distribuidora perceberam essa movimentação de venda de entorpecentes no estabelecimento comercial e passaram a interferir e dificultar essa venda. As lideranças hierarquicamente superiores a essas pessoas que estavam vendendo drogas foram neste dia tentar coibir esses seguranças para que deixassem esse comércio de drogas", explicou o delegado Eduardo Menezes.
Segundo o delegado, houve um desentendimento e um dos criminosos sacou uma arma e fez disparos em direção à conveniência onde os seguranças estavam. Durante a troca de tiros, um cliente acabou sendo baleado no peito, mas foi socorrido e sobreviveu.
Investigação e prisões
O caso foi investigado pela 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP – Palmas). Os suspeitos foram identificados e capturados em cumprimento a mandados de prisão expedidos pela Justiça. Eles não tiveram os nomes divulgados e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
A Delegacia de Homicídios de Palmas identificou e prendeu os dois suspeitos por ordem judicial. A defesa dos investigados não foi localizada para comentar o caso.
Próximos passos
Os presos agora estão à disposição da Justiça e devem responder pelos crimes de tentativa de homicídio e associação criminosa. A polícia não descarta novas prisões relacionadas ao caso.
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