Trump foi alertado sobre risco de falta de munição em ataque ao Irã, diz jornal
Presidente americano nega relato e afirma que venceria um conflito bélico "facilmente", segundo informações publicadas.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump foi alertado por assessores militares sobre o risco de o país ficar sem munição de precisão se decidisse atacar o Irã. A informação foi publicada por um grande jornal americano nesta segunda-feira (23). Em resposta, Trump negou o relato e afirmou que venceria uma possível guerra "facilmente".
O alerta teria sido feito durante discussões internas sobre possíveis retaliações a ações iranianas. Assessores apresentaram simulações que indicavam que os estoques de munições guiadas de alta precisão poderiam se esgotar rapidamente em um conflito prolongado, comprometendo a capacidade operacional das forças americanas.
Negativa e afirmação de força
Questionado sobre a reportagem, Trump desmentiu as informações. "Isso é falso. Nós temos as melhores e maiores munições do mundo", declarou. Ele acrescentou: "Se tivéssemos que ir à guerra, venceríamos facilmente. O Irã sabe disso muito bem". A declaração reafirma a postura de força que caracterizou sua administração anterior em relação a Teerã.
As relações entre Washington e Teerã permanecem tensas, com pontos de atrito que incluem o programa nuclear iraniano e o apoio do país a grupos militantes na região. A possibilidade de um conflito aberto é um tema recorrente de análise entre especialistas em segurança internacional.
Contexto de tensões regionais
O alerta sobre a munição surge em um momento de avaliação das capacidades logísticas e industriais de defesa dos EUA. Analistas apontam que conflitos recentes, como a guerra na Ucrânia, têm testado a capacidade das indústrias bélicas ocidentais de repor estoques em alta velocidade.
O Pentágono, sob a atual administração, tem feito esforços para aumentar a produção de munições e reabastecer os arsenais, mas o processo é complexo e demanda tempo. A reportagem não especifica em qual momento preciso o alerta teria sido feito a Trump.
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