Família segue buscas por taxista desaparecido há 18 dias no Tocantins
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Família segue buscas por taxista desaparecido há 18 dias no Tocantins

Bombeiros encerraram as buscas oficiais por José Neto, de 37 anos, sem encontrar vestígios; pai e irmão continuam procurando.

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7 de maio de 2026 ·

O taxista José Neto Gomes Araújo, de 37 anos, está desaparecido há 18 dias em Paraíso do Tocantins. As buscas oficiais realizadas pelo Corpo de Bombeiros foram encerradas nesta terça-feira (5) por falta de novas pistas, mas a família segue empenhada na procura.

De acordo com a irmã, Simone Gomes, o pai e um irmão de José Neto estão realizando as buscas com o apoio de amigos e outros parentes. "Não vamos desistir", afirmou Simone ao g1.

O desaparecimento

José Neto foi visto pela última vez no dia 19 de abril, acompanhado de amigos, no balneário Cachorra, localizado entre Paraíso do Tocantins e Monte Santo do Tocantins. Segundo relatos dos Bombeiros, o taxista teria entrado sozinho em uma área de mata e não retornou ao ponto de encontro.

A família informou que, antes de ir ao balneário, José Neto chegou a apresentar um dos amigos à mãe. Ele trabalhava como taxista na rodoviária de Paraíso do Tocantins, junto com o pai, Antônio Gomes.

Buscas oficiais encerradas

Os Bombeiros encerraram as buscas oficiais após 17 dias de varreduras na região do balneário, sem encontrar qualquer vestígio. "Não havia mais elementos que pudessem indicar o paradeiro do taxista. Sem esse direcionamento das investigações, infelizmente também não foi possível ampliar oficialmente a área das buscas", explicou a irmã Simone.

A Polícia Civil informou que a investigação segue em andamento, sob responsabilidade da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Paraíso do Tocantins. A polícia está ouvindo pessoas que possam contribuir com informações.

Família aflita

O pai, Antônio Gomes, fez buscas pela região do balneário no dia do desaparecimento, mas não encontrou nenhum vestígio. Em entrevista ao g1 no último sábado (2), ele desabafou: "Os bombeiros continuam as buscas, prolongaram mais para longe, em pontos estratégicos. Mas até agora nenhum indício de nada. Nem uma sandália, um chapéu, uma camisa. Nada. Cada dia que passa a gente fica mais aflito".

Foram feitas varreduras em áreas fechadas e dentro da água, mas sem sucesso. A família segue em busca de respostas e pede que qualquer informação seja comunicada às autoridades.

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