Homem é condenado a 72 anos por estuprar quatro crianças no Tocantins
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Homem é condenado a 72 anos por estuprar quatro crianças no Tocantins

Abusos ocorreram entre 2014 e 2016 contra meninas de 7 a 12 anos; réu usava relação de confiança com as famílias.

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2 de junho de 2026 ·

A Justiça condenou um homem a 72 anos, 11 meses e 11 dias de prisão em regime fechado por estuprar quatro crianças no Tocantins. O agressor aproveitava a relação de confiança com as famílias das vítimas, sendo duas delas suas sobrinhas por afinidade e outras duas vizinhas.

Os abusos começaram em uma chácara na zona rural de Araguaína e continuaram na área urbana, após a mudança do casal. A sentença também determinou o pagamento de indenizações por danos morais a cada uma das vítimas.

Crimes ocorreram por pelo menos dois anos

De acordo com o Ministério Público do Tocantins (MPTO), os crimes ocorreram de forma contínua entre 2014 e 2016. As vítimas eram quatro meninas que, na época dos fatos, tinham idades entre 7 e 12 anos.

O réu utilizava-se da proximidade e da relação de confiança que mantinha com as famílias para cometer os crimes. Entre as vítimas, duas eram suas sobrinhas por afinidade e as outras duas eram vizinhas que frequentavam a residência do agressor por serem amigas das outras meninas.

Convivência facilitava os abusos

Conforme o MPTO, os crimes tinham início em uma chácara na zona rural de Araguaína, local onde o homem morava e trabalhava com a esposa. Posteriormente, o casal mudou-se para a área urbana, mas os abusos persistiram, uma vez que o convívio com as crianças foi mantido.

As vítimas costumavam, inclusive, passar a noite na casa do homem. O casal alegava às famílias das meninas que gostava da companhia das crianças por não terem filhos próprios.

Pena e próximos passos

O regime inicial fixado para o cumprimento da pena é o fechado. Além da condenação à prisão, a sentença acolheu o pedido da promotoria e determinou que o homem pague indenizações por danos morais a cada uma das quatro vítimas.

O nome do condenado não foi divulgado, e o g1 não conseguiu contato da defesa dele. Ainda cabe recurso da decisão.

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