Mulher mastiga RG falso ao ver polícia durante tentativa de golpe de R$ 100 mil no TO
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Mulher mastiga RG falso ao ver polícia durante tentativa de golpe de R$ 100 mil no TO

Suspeita de 47 anos tentava sacar valor em agência bancária e foi flagrada tentando destruir documento.

Admin
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8 de maio de 2026 ·

Uma mulher de 47 anos foi presa em flagrante nesta quinta-feira (7) em Miracema do Tocantins, na região central do estado, suspeita de tentar aplicar um golpe de R$ 100 mil em uma agência bancária. Ao perceber a chegada dos policiais civis, ela tentou mastigar e engolir o RG falso que usava na tentativa de fraude.

A equipe da 68ª Delegacia de Miracema do Tocantins foi acionada por funcionários do banco por volta das 13h. Segundo os oficiais, a suspeita tentava cadastrar a biometria para movimentar uma conta com alto valor. O nome da mulher não foi divulgado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dela.

Alerta dos funcionários

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o atendimento começou normalmente, mas o nervosismo da suspeita despertou a atenção dos bancários. Ao conferirem o documento, os funcionários notaram que a foto no RG era diferente da imagem da titular da conta.

Quando os policiais civis entraram na agência, encontraram a mulher ainda mastigando o documento falso. Como ela não conseguiu engolir todo o plástico e papel do RG, acabou cuspindo o material, que foi apreendido pela polícia.

Confissão e esquema

A suspeita foi autuada em flagrante pelos crimes de uso de documento falso, estelionato e fraude processual. Após a prisão, ela foi levada para a 10ª Central de Atendimento da Polícia Civil.

Na delegacia, a mulher confessou o crime e revelou ter viajado do Rio de Janeiro para o Tocantins na companhia de outros dois homens com o objetivo específico de fraudar contas bancárias. Pelo “trabalho” de tentar sacar o dinheiro das contas, ela receberia uma comissão de 20% do saldo total.

Próximos passos

A polícia informou que as investigações continuarão para identificar e localizar os dois homens que fazem parte do esquema. A mulher permanece à disposição do Poder Judiciário.

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