Oito secretários deixam governo do Tocantins antes de prazo eleitoral
Exonerações ocorrem dois dias antes do limite para desincompatibilização de gestores que pretendem concorrer nas eleições.
Oito secretários do primeiro escalão do Governo do Tocantins pediram exoneração de seus cargos. As saídas foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (1º) e ocorrem antes do prazo-limite para desincompatibilização, previsto no Calendário Eleitoral para membros do Executivo que almejam concorrer nas eleições.
Segundo o Calendário Eleitoral, o prazo para que gestores deixem funções de comando termina em 4 de abril. Além dos oito secretários, também deixaram o governo o comandante-geral da Polícia Militar, Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, e o secretário Extraordinário de Ações Governamentais, Lázaro Botelho Martins.
Mudanças nas pastas
O documento oficial também trouxe os nomes dos novos gestores nomeados para assumir as secretarias. Na Governadoria, Katiuscyа Alves Barbosa Chaves foi substituída por Diogo Vinícius Ferreira de Araújo Lima.
A Secretaria Extraordinária de Políticas de Governo Descentralizadas passou a ser comandada por Raquel Rosendo de Souza Medeiros, no lugar de Wellington Ferreira de Medeiros.
Substituições na Segurança e Educação
Na Secretaria de Estado da Segurança Pública, Bruno Sousa Azevedo pediu exoneração. Para o cargo, foi nomeado Luciano Barbosa de Souza Cruz.
Na área da Educação, Fábio Pereira Vaz deixou a secretaria, sendo substituído por Celestina Maria Pereira de Souza.
Outras alterações
Iderval João da Silva deixou a Secretaria de Estado de Assuntos Institucionais, com Renata Cristina de Melo Silva assumindo a pasta. Atos Gomes de Araújo saiu da Secretaria de Estado dos Esportes e Juventude, sendo substituído por Fraudneis Fiomare Rosa.
Na Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços, Elenil da Penha Alves de Brito deixou o cargo de secretário executivo. Enil Henrique Alves de Brito foi nomeado para a função.
Na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Tocantins (FAPT), Adriano Rodrigues de Moraes pediu exoneração da presidência da instituição.
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